Um ex-tabagista.
Decidi parar de fumar. Há muito, vinha pensando sobre isso.
Dias destes, ao me deitar no sofá da sala de casa, senti minhas costas arderem. Queimavam.
Certamente, não era a coluna; estava na altura dos pulmões.
Nenhuma das alegações me convencia – emocionalmente – a parar de fumar: desde as psicanalíticas, como as razões desta fixação oral ou o significado deste objeto transicional, até as relacionadas ao conceito “vida saudável”.
Tenho claro o que me motivou a jogar minha caixinha de cigarros no cesto de lixo e não mais fumar. Foi um medo único, daqueles que ninguém escapa: o medo da morte.
Venci a tudo e a todos, nem Dráuzio Varella e sua campanha anti-tabagista tiravam meu sono. Fumava mesmo. Com prazer.
Não são poucas as correntes filosóficas que discutem as angústias relacionadas ao medo da morte.
A finitude. O desaparecimento. O nunca mais.
Desde os pré-socráticos aos filósofos contemporâneos. Cada qual deu sua apitadinha no tema.
Pois bem, muito me agrada a tese de que devemos nos fazer eternos. A sensação de sermos sempre lembrados, alivia. A ideia de que mesmo ausente, está presente . Ter filhos é um bom exemplo disso. Plantar uma árvore ou escrever um livro, também.
Ao refletir sobre a responsabilidade por minha morte, pois quem fuma comete dolo eventual contra si mesmo, na medida em que assume o risco morte; decidi que quero viver muito, mas muito mesmo. Como diria Rubem Alves: “minha alma tem pressa”, quero realizar mais sonhos, obter mais conquistas e conhecer mais pessoas, lugares e etc.
E se a morte quiser me levar. Paciência!
Mas que fique claro: será contra a minha vontade!
A estética da modernidade líquida – o descontínuo século XXI
Contra a censura na Internet
Ganharam força esta semana na web os protestos contra o projeto da Lei de Combate à Pirataria Online (Stop Online Piracy Act), organizados por ativistas e internautas do Brasil e do mundo inteiro, buscando impedir a aprovação do projeto pelo Congresso dos EUA.
Os ativistas têm usado a palavra chave #StopSOPA em todas as manifestações sobre o assunto, que tem sido um dos tópicos mais comentados nesta quarta-feira (18), data escolhida mundialmente para concentrar os protestos contra o que está sendo considerado uma tentativa de censurar a Internet.
O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP), critica o projeto e elogia a ação dos internautas. “A indústria do direito autoral quer aprisionar a Internet para defender os seus interesses. É uma tendência nos EUA e no Brasil também, como ilustra a ‘Lei Azeredo’. Felizmente a sociedade e os ativistas na rede estão atentos e ativos nos protestos, porque não podemos aceitar essa lei, que fere a liberdade de expressão na Internet”, disse o líder petista.
Devaneios…
Se Vicente Matheus estivesse vivo, diria:
- Agradeço ao Peixe Urbano pelos excelentes Groupons que me enviam!






